Resumidamente, a Alexa é uma assistente virtual interativa que funciona a partir de uma interface de voz e que utiliza recursos de inteligência artificial para trazer a melhor resposta possível aos comandos do usuário.

A plataforma junta diversas funções como organização, produtividade, conhecimento e entretenimento, trazendo respostas em tempo real e servindo até como um serviço de gerenciamento de outros dispositivos.

Apresentada em 2014, a assistente foi lançada juntamente com o primeiro dispositivo da linha Echo de alto-falantes inteligentes. O nome foi escolhido tanto pela pronúncia marcante, especialmente na consoante “x”, quanto como uma homenagem à biblioteca de Alexandria, uma das grandes fontes de obras e documentos do Egito Antigo.

O funcionamento da Alexa é baseado em um combo de tecnologias. Para receber e compreender um pedido, o sistema capta comandos de voz com microfones, “disseca” a mensagem separando palavras-chave e responde usando um dos recursos disponíveis.

Com o tempo de uso, a máquina aprende a ficar mais inteligente, detectando hábitos, respondendo questões com base no contexto e gravando preferências. Ao mesmo tempo, a sua linguagem também é desenvolvida, tentando fazer com que a assistente pessoal interaja com vocabulário e pronúncia cada vez mais próximas do humano.

Desde abril de 2019, a Alexa existe em uma versão no idioma português do Brasil.

Mas o que a Alexa é capaz de fazer? 

Ela pode fazer tarefas básicas, como responder a questionamentos variados e solicitações de previsão do tempo, notícias, cotações de moeda ou receitas, por exemplo. Além disso, ela pode ser usada para estabelecer alarmes e lembretes, ou anotar listas diversas, seja para compras ou tarefas futuras.

Além disso, a assistente pessoal high tech também pode ser utilizada como uma central de controle de um ecossistema de casa inteligente. Caso sensores, eletrodomésticos, câmeras e outros aparelhos estejam devidamente pareados em uma mesma rede, é possível comandar as operações da residência a partir de comandos de voz.

E aí, agora que conhece, você investiria em uma Alexa?